Me chamo Fernanda Araújo de Oliveira e nasci no dia 14 de março de 2005, uma segunda-feira de muito sol e calor. Hoje, eu tenho um aninho e sou uma linda menina branquinha e meiga. Nasci em Porto Alegre, no Brasil, e moro em Portugal com papai e mamãe.

Eu vim para cá porque nasci com uma doença rara e que não tem cura, chamada ACIDURIA METILMALONICA. Meus pais encontraram tratamento para mim e hoje a Dra. Esmeralda Martins me cuida com muito carinho. Ela é pediatra especialisada em doenças metabólicas do Hospital Maria Pia, na cidade do Porto. Agora, eu tenho uma vida normal, aqui na cidade do Porto.

Para me ajudar:
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Papai e Mamãe:

Essa é a minha famí­lia que eu vou apresentar para vocês:

Meu pai Fernando tem 25 anos e é um paizão, não são em atitudes, mas em tamanho também rs. Ele é um marido muito legal para a mamãe, porque sempre ficou ao lado dela quando estava triste e desanimada.Eu o amo muito! Ele é muito especial, se dedica muito a familia e brinca muito comigo!Papai, te amo muito!

A mamãe se chama Graziela e tem 23 anos. É uma super mãe. Quando prescisei dela, estava ao meu lado com sua mão me protejendo e fazendo com que eu sentisse que tudo ia ficar bem. Ela tem um jeito muito especial de ver as coisas, ama muito meu pai. Eles estão sempre unidos e por isso seremos eternamente uma família feliz. Ela tem muita coragem!Obrigado,mamãe, por ser essa super mulher.

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Créditos:

4.4.08
Texto muito bom para pensarmos...
A Borboleta Azul
Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder,outras não.
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã.
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!
As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você... ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul... Cabe a nós escolher o que fazer com ela.
O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.
"Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."